<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Notícias &#8211; Hospital Cantareira</title>
	<atom:link href="https://cantareira.spdm.org.br/category/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cantareira.spdm.org.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 Jul 2016 20:28:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>O que acontece no seu corpo quando você ingere bebida alcoólica?</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/o-que-acontece-no-seu-corpo-quando-voce-ingere-bebida-alcoolica/</link>
				<pubDate>Thu, 07 Jul 2016 20:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3564</guid>
				<description><![CDATA[Beber com os amigos para comemorar uma conquista, uma vitória ou apenas mais um dia de missão cumprida, pode parecer um hábito saudável, mas não é. O assunto é sério. Mais de dois bilhões de pessoas no mundo consomem bebida alcoólica e o fato de ser uma droga lícita na maioria dos países influencia muito no seu]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<div class="itemImageBlock"><span class="itemImage"> <a class="modal" title="Clique para imagem de visualização" href="https://www.spdm.org.br/media/k2/items/cache/cdbfda30ac3cbbfe3840c5dd79f439b4_XL.jpg" rel="{handler: 'image'}"> <img src="https://www.spdm.org.br/media/k2/items/cache/cdbfda30ac3cbbfe3840c5dd79f439b4_XL.jpg" alt="O que acontece no seu corpo quando você ingere bebida alcoólica?" /> </a> </span></p>
<div class="clr"></div>
</div>
<div class="itemBody">
<div class="itemFullText">
<p style="text-align: justify;">Beber com os amigos para comemorar uma conquista, uma vitória ou apenas mais um dia de missão cumprida, pode parecer um hábito saudável, mas não é.</p>
<p style="text-align: justify;">O assunto é sério. Mais de dois bilhões de pessoas no mundo consomem bebida alcoólica e o fato de ser uma droga lícita na maioria dos países influencia muito no seu impacto: cerca de 4% de todas as mortes no planeta envolvem o uso de álcool, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o que representa algo entre 2,3 milhões de mortes ao ano diretamente ocasionadas pelo uso, ou abuso, de bebida alcoólica.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não existe uma fórmula para consumo seguro, já que são vários os fatores que influenciam em uma experiência etílica, como idade, peso corporal, quantidade de gordura no organismo, ritmo do metabolismo do fígado. Porém, estudos indicam que para um homem adulto há baixo risco de desenvolver dependência quando ele consome duas doses de álcool em um dia, seguidas de dois dias de abstinência. No caso da mulher, falamos de uma dose por dia, seguida pelo mesmo período sem consumo”, explica Claudio Jerônimo, psiquiatra e diretor da Unidade Recomeço Helvetia.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos partir do princípio de que, genericamente, uma dose tem em média de 10 ml de etanol puro, que demoram cerca de uma hora para metabolizar, quer dizer, sair do organismo. Devemos ainda considerar a variação da concentração de álcool das bebidas, que pode chegar até a 40%. Com isso em mente, te convidamos a uma pequena viagem para conhecermos o que acontece no seu corpo quando você ingere álcool. Preparado?</p>
<h3 style="text-align: justify;">O começo</h3>
<p style="text-align: justify;">Logo nos primeiros goles, o álcool ingerido vai para o estômago, é absorvido e começa a viajar pelo corpo por meio da corrente sanguínea, passando pelos órgãos e até o cérebro. O tempo que demora essa viagem pelo sangue depende de vários fatores, como quantidade de bebida ingerida, volume de gordura no corpo, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">“As mulheres ficam mais suscetíveis aos efeitos do álcool exatamente porque, fisiologicamente, têm mais gordura retida no organismo, o que acaba por repelir a absorção do álcool pelas células, fazendo com que ele permaneça por mais tempo na corrente sanguínea, o que chamamos de biodisponibilidade do álcool. Isso faz com que seus órgãos passem mais tempo expostos aos seus efeitos nocivos, principalmente os mais sensíveis, como cérebro, fígado e coração, por exemplo. Esse é um dos motivos pelos quais as mulheres adoecem mais rápido por conta de bebida: elas têm alterações no Sistema Nervoso Central antes, demência. A cirrose, por exemplo, aparece em média cinco anos antes na mulher que no homem”, explica o psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;">Os idosos também são mais suscetíveis aos efeitos do álcool, principalmente porque eles já têm pequenas alterações fisiológicas no organismo, ou algumas doenças como hipertensão e diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros dez minutos, seu corpo vê o álcool se transformar em veneno, o acetaldeído, e tenta se livrar dele o mais rápido possível. Essa substância é resultado da ação de uma enzima chamada álcool-deidrogenase, presente no fígado, que destrói a molécula do álcool.</p>
<p style="text-align: justify;">Se apenas algumas doses forem consumidas, o período de ação do acetaldeído é curto e os estragos são menores, pois ele é atacado por outra enzima, o aldeído-desidrogenase, junto com outra substância, a glutationa, que transformam o acetaldeído em acetato, uma espécie de vinagre, não tóxica.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a glutationa armazenada no fígado não é suficiente para uma grande quantidade de bebida alcoólica, deixando o supertóxico acetaldeído por mais tempo no organismo. O que ele causa? Além de aumentar a pressão arterial, pode causar derrame, mas, mais comumente, causa fadiga, náuseas, irritação do estômago, dor de cabeça. Reconheceu? É a chamada ressaca. Voltaremos a ela mais adiante.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o álcool passa por esse processo químico no fígado, já nos primeiros 20 minutos você começa a se sentir mais solto, eufórico, como se pudesse fazer e ser tudo no mundo. É aqui que geralmente aparece o conquistador que existe em você: sua libido aumenta e você se sente mais ousado, irresistível e paquerador. A felicidade e a excitação nesse momento são comuns, mas essas sensações passam muito rápido.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Embriaguez</h3>
<p style="text-align: justify;">Enquanto que para chegar a esse estado bastam uma ou duas doses, para chegar à embriaguez é um pulinho, ou mais alguns goles. E assim, com trinta a quarenta minutos de ingestão contínua, você já não tem mais controle do seu senso crítico. Seu julgamento fica comprometido e você fica sensível ao ambiente, rindo ou chorando ao sabor do vento.</p>
<p style="text-align: justify;">“O álcool tem ação direta no sistema límbico, do Sistema Nervoso Central, e age como um depressor das funções cerebrais, diminuindo o centro da crítica da pessoa, que fica mais expansiva. A ansiedade, a variação de humor e a depressão são consequências da ingestão de bebida alcoólica”, explica Claudio Jerônimo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os 45 e 90 minutos, o nível de álcool no seu corpo atinge o ápice e a ação diurética começa a funcionar: pode demorar para que você se levante pela primeira vez para urinar, mas esse passeio vai ser frequente até o fim da farra.</p>
<p style="text-align: justify;">Você está bebendo bebida alcoólica, que tem apenas uma pequena parte de água, mas seu organismo não está entendendo a presença de tanto líquido, então aumenta a diurese. Mas, como não é água o que você está colocando pra dentro, pode ocorrer desidratação, que não chegará a um quadro grave, mas é responsável pela sonolência que pode se apresentar se você parar de beber nesse momento – o que não quer dizer, de forma nenhuma, que a qualidade de um possível sono seja perto da adequada. Muito pelo contrário, o consumo de álcool é um enorme perturbador do sono.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar a desidratação, é indicado que se tome, a cada hora, ao menos um copo de água. Essa dica funciona ainda para retardar a absorção do álcool, dilui a bebida e ainda faz com que bebamos menos, o que acaba por resultar em uma diminuição da ressaca.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Ah, a ressaca!</h3>
<p style="text-align: justify;">Voltamos ao tema, já que, entre 12 e 24 horas após a ingestão de bebida alcoólica, você provavelmente acordou com ela: dor de cabeça, tontura, náusea, sede, palidez e tremores são alguns dos sintomas mais frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">“São os primeiros sinais da síndrome de abstinência, é o organismo pedindo mais bebida. Essas sensações desagradáveis são efeitos da intoxicação”, explica o psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;">E dá para prevenir? A dica para evitar a ressaca é: não beba! Mas, para diminuir os sintomas, existem alguns truques:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Beber menos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Beber espaçadamente, devagar.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Beber de estômago cheio.</p>
<p style="text-align: justify;">A má notícia mesmo é que, além da ressaca física, resultado da ação tóxica do acetaildeído (lembra dele?) e da desidratação, tem ainda a “ressaca moral”, que nada mais é que “O arrependimento! Com a diminuição da crítica, a pessoa se dá o direito de fazer coisas que, de outro modo, não faria. O álcool pode causar o esquecimento, o que traz a insegurança pelo fato de não saber até que ponto a pessoa se expôs. Não é uma reação física, é puramente psicológica”, explica Cláudio Jerônimo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Gravidez e bebida não combinam</h3>
<p style="text-align: justify;">Nem um pouquinho. Se não há uma quantidade segura de álcool para uma pessoa adulta saudável, imagina para uma mulher que está gerando outra pessoa! “O álcool ultrapassa a placenta e atinge o feto em desenvolvimento, afetando principalmente o Sistema Nervoso, ou seja, a primeira coisa desenvolvida no bebê. E, apesar de a fase mais perigosa ser nos primeiros três meses, em qualquer época da gravidez o álcool pode afetar de tal maneira a gestação que causa a síndrome alcoólica fetal (SAF), uma condição que impacta a formação do bebê, causando retardo no desenvolvimento psicomotor, aumentando a distância entre os olhos do bebê, microcefalia, dificuldades de aprendizagem, entre outros problemas”, afirma o psiquiatra.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso coloca por terra a ideia de que vinho e cerveja preta, durante a gestação, aumentam a produção de leite. Isso, além de não ter nenhum tipo de comprovação científica, coloca em risco o bebê.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Danos internos</h3>
<p style="text-align: justify;">O uso frequente de bebida alcoólica pode levar a situações de abuso e dependência química. Quando os sintomas do uso do álcool começam a demorar em aparecer, ou ficam amenizados, isso significa que o organismo está se acostumando à substância, ou seja, quando achamos que estamos ficando mais fortes para a bebida, ou seja, mais tolerantes, isso quer dizer que já nos adaptamos a ela. É uma péssima notícia, e uma enorme desvantagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da preocupação com a dependência, temos ainda os danos que o uso frequente de álcool causa aos órgãos internos. Os mais vulneráveis são:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Cérebro </em>– o álcool afeta o Sistema Nervoso Central e pode causar perda de reflexo, problemas de atenção, perda de memória, sonolência e coma, que pode levar à morte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Coração </em>– o álcool libera adrenalina, que acelera a atividade do sangue no coração, aumentando a frequência dos batimentos cardíacos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fígado </em>– altera a produção de enzimas, mudando o ritmo do metabolismo do álcool consumido, ocasionando inflamação crônica, hepatite alcoólica e cirrose.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Estômago</em> – irrita as mucosas do estômago e esôfago, ocasionando esofagite, gastrite e diarreia.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Rins </em>– o efeito diurético do álcool acaba por sobrecarregar os rins, comprometendo a eficácia do processo de filtragem das substâncias que ocorre nesse órgão.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: https://www.spdm.org.br/saude/noticias/item/2266-o-que-acontece-no-seu-corpo-quando-voce-ingere-bebida-alcoolica?</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Metade dos motoristas presos no DF por embriaguez em 2016 é reincidente</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/metade-dos-motoristas-presos-no-df-por-embriaguez-em-2016-e-reincidente/</link>
				<pubDate>Fri, 24 Jun 2016 15:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3554</guid>
				<description><![CDATA[G1 Motorista assopra bafômetro em blitz do Detran no DF (Foto: Tony Winston/Agência Brasília) Quase metade (49%) dos 844 motoristas do Distrito Federal presos em flagrante entre janeiro e maio deste ano por dirigirem alcoolizados eram reincidentes, de acordo com dados da Polícia Civil. Nesse período, 130 condutores que causaram acidentes fatais foram indiciados por]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<div class="itemImageBlock" style="text-align: justify;">
<p><span class="itemImage"> <a class="modal" title="Clique para imagem de visualização" href="http://www.uniad.org.br/media/k2/items/cache/d6d09e72401c588a5c9c8c2432124edf_XL.jpg" rel="{handler: 'image'}"> <img class="" src="http://www.uniad.org.br/media/k2/items/cache/d6d09e72401c588a5c9c8c2432124edf_XL.jpg" alt="Metade dos motoristas presos no DF por embriaguez em 2016 é reincidente" width="784" height="588" /> </a> </span></p>
<div class="clr"></div>
</div>
<div class="itemBody">
<div class="itemFullText">
<div>
<div id="article">
<div class="page">
<p style="text-align: justify;">G1</p>
<p style="text-align: justify;">Motorista assopra bafômetro em blitz do Detran no DF (Foto: Tony Winston/Agência Brasília)</p>
<p style="text-align: justify;">Quase metade (49%) dos 844 motoristas do <a href="http://g1.globo.com/tudo-sobre/distrito-federal" target="_blank">Distrito Federal</a> presos em flagrante entre janeiro e maio deste ano por dirigirem alcoolizados eram reincidentes, de acordo com dados da Polícia Civil. Nesse período, 130 condutores que causaram acidentes fatais foram indiciados por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e um por dolo eventual (por aceitar o risco de dirigir sob efeito da bebida).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Detran, 154 pessoas morreram no trânsito no DF nos primeiros cinco meses do ano – média de uma por dia. Só em maio, houve pelo menos uma morte por dia – oito a mais em comparação com o mesmo mês do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">A multa por dirigir embriagado é de R$ 1.915, com sete pontos na carteira de habilitação. O motorista também deixa de poder dirigir por um ano, mas a proibição só passa a valer quando não couber mais recurso. Quando o condutor apresenta mais de 0,33 miligrama de álcool por litro de ar expelido no bafômetro, a infração passa a ser crime, passível de prisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Motoristas presos por embriaguez deixam a prisão após pagar fiança, que é arbitrada pelo delegado com base no código de processo penal. O valor pode ir de um a cem salários mínimos (até R$ 88 mil). Dependendo da situação econômica do preso, pode ser aumentado em até mil vezes. Para estabelecer o montante, são levados em conta critérios como natureza da infração e antecedentes do envolvido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em caso de acidente com morte, é também o delegado quem define se o crime é considerado homicídio culposo ou doloso. Em geral, quando a polícia entende que o acidente ocorreu por negligência, imprudência ou imperícia, é qualificado o homicídio culposo. O dolo eventual ocorre quando o motorista assume o risco de ferir ou matar a vítima, ao beber e dirigir em alta velocidade.</p>
<div class="auxiliary" style="text-align: justify;"><img title="Panorama sobre as estatísticas envolvendo acidentes de trânsito no DF (Foto: Fausto Carneiro/G1)" src="http://s2.glbimg.com/0Ft6Lh2M5Ktf7xgJgCgHMLwnW7A=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2016/06/21/artetransito.jpg" alt="Panorama sobre as estatísticas envolvendo acidentes de trânsito no DF (Foto: Fausto Carneiro/G1)" width="619" height="386" /></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impunidade</strong><br />
Para o especialista em trânsito Márcio Andrade, a impunidade faz com que motoristas continuem bebendo e dirigindo. “A certeza da impunidade acaba reforçando a conduta nociva no trânsito. As leis têm que ser aplicadas de forma mais rígidas. As pessoas realmente têm que ser presas por beber, dirigir e provocar um crime de trânsito.”</p>
<div class="auxiliary float left" style="text-align: justify;">
<div>A certeza da impunidade acaba reforçando a conduta nociva no trânsito. As leis têm que ser aplicadas de forma mais rígidas. As pessoas realmente têm que ser presas por beber, dirigir e provocar um crime de trânsito&#8221;</div>
<div>Márcio Andrade, especialista em trânsito</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na opinião do assistente de acusação do Ministério Público Yure Soares de Melo, é preciso investir mais em educação. “Há necessidade que os departamentos de trânsito, principalmente aqui do Distrito Federal, invistam em qualidade educacional de trânsito maior, o que a gente não vê por aí. Só se vê aplicação de multa, o tempo todo”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">“É como se muitas pessoas tivessem uma arma na mão, pegam o carro como revólver e saem matando pessoas por aí, como de fato a gente está vendo toda hora aqui no DF”, afirma. “Parece realmente que não estão aprendendo a lição.”</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o diretor do Detran Jayme Amorim, as blitze realizadas pelo órgão ajudam na redução de acidentes. “Estamos conseguindo tirar das ruas pessoas que ingeriram álcool. Nesse [último] final de semana, 133 condutores foram autuados sob ingerência de álcool”, afirmou. “Isso demonstra que há operação e fiscalização de trânsito, mas o que existe com algumas pessoas é que falta consciência.”</p>
<div class="auxiliary" style="text-align: justify;"><img title="Carros envolvidos em acidente no dia 13 de junho, na Elmo Serejo, em Taguatinga; motorista de 20 estava embriagado, segundo o Detran (Foto: TV Globo/Reprodução)" src="http://s2.glbimg.com/rFnupnak_kmvviC_Dlia7RGjPuE=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2016/06/20/carros_batida.jpg" alt="Carros envolvidos em acidente no dia 13 de junho, na Elmo Serejo, em Taguatinga; motorista de 20 estava embriagado, segundo o Detran (Foto: TV Globo/Reprodução)" width="620" height="465" /><strong>Carros envolvidos em acidente no dia 13 de junho, na Elmo Serejo, em Taguatinga; motorista de 20 estava embriagado, segundo o Detran (Foto: TV Globo/Reprodução)</strong></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>80% dos internos da Fundação Casa são dependentes químicos</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/80-dos-internos-da-fundacao-casa-sao-dependentes-quimicos/</link>
				<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 17:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3548</guid>
				<description><![CDATA[Oitenta por cento dos internos da Fundação Casa são dependentes de drogas ilícitas, indica levantamento exclusivo feito a partir de dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação pelo SPTV. Os dados se referem às unidades em todo o estado de São Paulo. Maconha é o problema da maioria (79%), seguido por cocaína (22%). Um]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Oitenta por cento dos internos da Fundação Casa são dependentes de drogas ilícitas, indica levantamento exclusivo feito a partir de dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação pelo SPTV. Os dados se referem às unidades em todo o estado de São Paulo.</p>
<p>Maconha é o problema da maioria (79%), seguido por cocaína (22%). Um percentual menor, 9%, tem problemas com as drogas inalantes, como lança-perfume e cola, e 1% com crack.<br />
Procurada, a Fundação Casa disse que os internos têm acesso a atendimento médico, dentário, de enfermagem e psicossocial.<br />
Uma vez por semana, um psicólogo do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod) se reúne com os internos da unidade Bom Retiro. Voluntários dos Narcóticos Anônimos também orientam os adolescentes, dividindo suas experiências.<br />
Os adolescentes dizem que conseguem ficar sem a droga dentro das unidades. “Não dá vontade porque não tem”, disse um adolescente. “Aí você tem que se adaptar ao ambiente. Porque, se ficar pensando na droga, vai vir depressão, fica desnorteado. Aí fica aqui e faz atividade, a gente tem escola, curso.”<br />
Questionado sobre o temor em voltar às drogas, o jovem respondeu: “Medo eu tenho, mas aí vai por mim, né? Tenho uma mente melhor, mais pensativa. Vou ouvir mais minha mãe e seguir o caminho certo.”<br />
Outro interno, de 19 anos, disse que também vai lutar contra o vício. “Na hora que eu sair daqui, eu pretendo tentar parar com esse vício, pretendo mesmo. Mas eu vou tentar, né. Vou falar que eu vou parar de um dia para o outro que é meio difícil.”<br />
Para o psiquiatra forense Quirino Cordeiro diz que o atendimento na Fundação Casa é importante, mas é preciso fazer mais. As abordagens na área de saúde mental precisam ser bastante amplas. Elas não podem ser restritas”, disse. “Não dá para a gente pensar em agir só depois que o indivíduo se envolveu com o mundo do crime. A gente precisa ter uma ação preventiva. Oferecer uma rede de assistência apropriada aos menores de idade que apresentam quadro de dependência química.”</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Globo.com</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>As lições radicais de Portugal para lidar com as drogas</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/as-licoes-radicais-de-portugal-para-lidar-com-as-drogas/</link>
				<pubDate>Mon, 16 May 2016 20:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3545</guid>
				<description><![CDATA[Há mais de uma década, o consumo de drogas em Portugal não é mais tratado como caso de polícia. Em vez da guerra, a política de combate ao consumo se baseia em uma estratégia de acolhimento de dependentes químicos: além de tratamento gratuito, o programa oferece até emprego com salário pago pelo governo por seis]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de uma década, o consumo de drogas em Portugal não é mais tratado como caso de polícia. Em vez da guerra, a política de combate ao consumo se baseia em uma estratégia de acolhimento de dependentes químicos: além de tratamento gratuito, o programa oferece até emprego com salário pago pelo governo por seis meses e incentivos fiscais para empresas.</p>
<p>Quando a medida foi levada a cabo, há 15 anos, os argumentos dos contrários à descriminalização eram parecidos com o que se ouve hoje em debate semelhante no Brasil: temia-se que o fim da repressão poderia estimular ainda mais o uso de substâncias ilegais.</p>
<p>O tempo provou que os temores eram infundados. Portugal é hoje o país com as menores taxas de consumo de drogas entre jovens da Europa. Em 2001, mais de 100 mil portugueses eram viciados em heroína. No ano passado, o número caiu para 30 mil &#8211; muitos deles em fase de tratamento.</p>
<p>Quem é flagrado portando alguma substância ilegal é encaminhado para um comitê formado por juristas e psicólogos cuja missão é encorajar a busca por tratamento.</p>
<p>“É como colocar um tapete vermelho e falar ‘trate-se’. Não há constrangimentos, não há lista de espera, não há nada a pagar. Em dois ou três dias, a pessoa tem uma consulta marcada”, diz João Goulão, diretor do Serviço de Intervenção em Comportamentos de Vício e Dependências (SICAD) de Portugal, em uma entrevista.<br />
Quem não aceita o tratamento, em contrapartida, recebe algumas sanções administrativas. Mas mesmo nesses casos, há suporte estatal com vistas a prevenir riscos. “Se há um indivíduo que compartilha seringas, por exemplo, aquilo que eu tento é ensiná-lo a não compartilhar e forneço a seringa esterilizada para que ele não corra riscos”, afirma.</p>
<p>No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar a possibilidade de descriminarlizar o porte de maconha e outras drogas para uso pessoal no Brasil. Por enquanto, três ministros já votaram pela inconstitucionalidade do artigo 28 da Lei Antidrogas, que criminaliza o consumo de substâncias ilegais. No entanto, ainda não há data para que o caso volte a ser julgado pelos magistrados.</p>
<p>Goulão adverte que, no entanto, descriminalizar o consumo não é suficiente para resolver o problema. &#8220;É necessário criar uma estrutura de tratamentos suficientemente forte, é preciso desenvolver estratégias de prevenção verdadeiramente eficazes e que não sirvam apenas para satisfazer a clientela política&#8221;, afirma.</p>
<p>Médico formado pela Universidade de Lisboa, Goulão é apontado como o principal líder da reforma das políticas antidrogas de Portugal. Até o ano passado, comandava também o Centro Europeu de Monitoramento de Drogas e Dependência Química (EMCDDA, da sigla em inglês).</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Exame.com</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Maconha na gravidez faz bebê nascer abaixo do peso</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/maconha-na-gravidez-faz-bebe-nascer-abaixo-do-peso/</link>
				<pubDate>Mon, 09 May 2016 20:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3541</guid>
				<description><![CDATA[O uso de maconha durante a gravidez está associado a um baixo peso do bebê ao nascer, afirma uma revisão de estudos publicada no periódico científico online “BMJ Open”. A análise também conclui que, em caso de uso da droga, o recém-nascido tem mais riscos de precisar de cuidados intensivos logo após o parto. Os]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de maconha durante a gravidez está associado a um baixo peso do bebê ao nascer, afirma uma revisão de estudos publicada no periódico científico online “BMJ Open”. A análise também conclui que, em caso de uso da droga, o recém-nascido tem mais riscos de precisar de cuidados intensivos logo após o parto.<br />
Os pesquisadores, todos da Universidade do Arizona, nos EUA, ressaltam que a cannabis sativa é uma droga escolhida tanto por habitantes de países em desenvolvimento quanto por aqueles de países desenvolvidos, sendo usada por até 5% das pessoas entre 15 e 64 anos em todo o mundo. Tendo isso em vista, e com a crescente aceitação social e médica que a substância vem adquirindo, os cientistas destacam que é importante as futuras mães e os profissionais clínicos saberem os possíveis efeitos da droga durante a gestação.<br />
A equipe analisou sete bancos de dados de estudos publicados até 2014 sobre os impactos da maconha na gestante e no bebê em até seis meses após o parto. No total, foram avaliados 24 pesquisas, que se debruçavam sobre dados relativos a anemia na mãe, peso e comprimento do bebê, perímetrocefálico e risco de parto prematuro, por exemplo.<br />
Os principais resultados desses estudos indicam que crianças expostas à cannabis durante a gravidez foram 77% mais propensas a nascer com o peso abaixo do ideal, e duas vezes mais necessitadas de cuidados intensivos nos dias que se seguem ao parto.<br />
Além disso, as futuras mamães que fizeram uso da maconha tiveram 36% a mais de risco de desenvolver anemia, em comparação com aquelas que não usaram a substância no período da gestação.<br />
<strong><br />
Outras drogas, como álcool, podem ter influenciado</strong><br />
Entretanto, as pesquisas analisadas incluíram dados observacionais, o que torna difícil tirar conclusões sobre causa e efeito. Os pesquisadores ponderam, também, que não foi possível saber se as participantes dos estudos usaram, ao longo da gravidez, outras drogas ilícitas ou lícitas, como o álcool — droga já sabidamente relacionada a um maior risco de baixo peso do recém-nascido e parto prematuro.<br />
Eles concluem, portanto, que “parece” haver consequências negativas associadas com a exposição à cannabis dentro do útero. Como o uso médico e social da droga “está rapidamente se tornando mais aceitável nos EUA e ao redor do mundo”, completam os pesquisadores, “compreender os seus efeitos sobre a saúde materna e fetal deve se tornar uma prioridade global”. Assim, mulheres e seus médicos podem fazer opções mais seguras com mais informações, dizem eles.</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Maconha é a droga ilícita mais consumida no mundo</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/maconha-e-a-droga-ilicita-mais-consumida-no-mundo/</link>
				<pubDate>Mon, 09 May 2016 20:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3538</guid>
				<description><![CDATA[A maconha é a droga psicoativa ilícita mais usada no mundo, com mais de 180 milhões de usuários globalmente. Apesar disso, segundo novo relatório divulgado este mês pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ainda há menos conhecimento sobre seus efeitos sociais e na saúde quando comparado ao álcool e ao tabaco. A estimativa da OMS é]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>A maconha é a droga psicoativa ilícita mais usada no mundo, com mais de 180 milhões de usuários globalmente. Apesar disso, segundo novo relatório divulgado este mês pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ainda há menos conhecimento sobre seus efeitos sociais e na saúde quando comparado ao álcool e ao tabaco.<br />
A estimativa da OMS é de que haja 181,8 milhões de usuários de cannabis — em suas preparações mais comuns, como maconha e haxixe — com idade entre 15 e 64 anos no mundo.<br />
Somente na Europa, 11,7% dos jovens (com idade entre 15 e 34 anos) usaram cannabis no ano passado, percentual que sobe para 15,2% no grupo entre 15 e 24 anos. Do total de usuários globais, estima-se que 13,1 milhões sejam dependentes.<br />
No Brasil, a estimativa da agência é que 2,5% na população adulta usou cannabis nos últimos 12 meses, percentual que sobe para 3,5% entre os adolescentes — taxa semelhante a de outros países da América Latina.<br />
Em seu primeiro relatório sobre o tema em 20 anos, a OMS disse haver menos conhecimento disponível sobre os efeitos sociais e na saúde do uso não médico da cannabis do que o existente em relação ao álcool e ao tabaco.</p>
<p><strong>O que se sabe</strong><br />
Segundo a OMS, usuários regulares de cannabis têm maior risco de desenvolver dependência da droga, sendo que esse risco é de 1 em 10 entre aqueles que nunca usaram, de 1 em 6 entre adolescentes e de 1 em 3 entre usuários diários.<br />
“O uso regular da cannabis durante a adolescência (14 a 16 anos) está associado a consequências mais severas e persistentes do que seu uso durante a vida adulta”, disse o texto.<br />
De acordo com o relatório, as taxas de dependência da cannabis também são maiores entre indivíduos que reportaram problemas psiquiátricos durante a vida, como hiperatividade, desordens de humor, de ansiedade e de personalidade.<br />
O estudo indicou que houve um forte aumento da concentração do composto químico tetraidrocanabinol (THC) nas preparações de cannabis na última década. Nos Estados Unidos, a concentração de THC passou de menos de 2% nos anos 1980 para 8,8% em 2008, diante de avanços nos métodos de cultivo indoor da planta.<br />
Entre os efeitos de curto prazo, o relatório disse que há alguma evidência na comunidade científica mundial de que o uso de cannabis pode causar problemas coronários. Além disso, a associação entre cannabis e a piora de doenças como psicose e esquizofrenia tem sido reconhecida nas últimas duas décadas.<br />
O relatório afirmou ainda que o uso diário de cannabis durante anos e décadas parece produzir perdas persistentes de memória e cognição, especialmente quando seu uso começa na adolescência.<br />
No entanto, a OMS declarou que ainda precisa ser estabelecido se o uso de cannabis no longo prazo produz sintomas de bronquite crônica, assim como infartos do miocárdio e derrames em jovens usuários.<br />
“Fumar tanto tabaco como cannabis pode aumentar o risco de câncer e outras doenças respiratórias, mas é difícil estabelecer se os fumantes de cannabis enfrentam risco maior do que os usuários de tabaco”, disse o relatório.<br />
O documento enfatizou também que, apesar de haver cada vez mais evidências sobre os efeitos da cannabis para os motoristas, elas ainda são pequenas quando comparadas às evidências sobre os efeitos do álcool no trânsito.<br />
O potencial uso médico, incluindo farmacológico, toxicológico e possíveis aplicações terapêuticas da planta não foram analisadas no relatório da OMS.</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Consumo de maconha diminui dopamina no cérebro</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/consumo-de-maconha-diminui-dopamina-no-cerebro/</link>
				<pubDate>Mon, 02 May 2016 20:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3531</guid>
				<description><![CDATA[Pessoas que fumam maconha em grandes quantidades têm menor liberação de dopamina &#8211; neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à alimentação, drogas ou dinheiro &#8211; no cérebro. A conclusão é de um estudo publicado recentemente no periódico científico Molecular Psychiatry. Embora essa característica já tenha sido associada a outras drogas como]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas que fumam maconha em grandes quantidades têm menor liberação de dopamina &#8211; neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à alimentação, drogas ou dinheiro &#8211; no cérebro. A conclusão é de um estudo publicado recentemente no periódico científico Molecular Psychiatry.<br />
Embora essa característica já tenha sido associada a outras drogas como cocaína e heroína, essa é a primeira vez que este efeito é associado ao uso de maconha.<br />
Com a disseminação e maior aceitação da maconha para uso medicinal, pesquisadores da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, decidiram avaliar seus efeitos.<br />
Participaram da experiência 23 adultos com idade entre 21 e 40 anos. Destes, 11 eram dependentes de maconha que fumavam diariamente, desde a adolescência, totalizando uma média de 80 gramas por mês. Estes participantes também não podiam ter sido diagnosticados com nenhuma doença psiquiátrica ou neurológica nem ter o hábito de usar outro tipo de droga. Os demais eram pessoas saudáveis, sem vícios, que desempenharam o papel do grupo de controle.<br />
Para o estudo, os usuários de maconha precisaram ficar cinco dias sem fumar, para eliminar o efeito imediato e agudo da droga sobre a produção de dopamina. Após este período, todos os participantes, inclusive o grupo de controle, receberam uma dose de anfetaminas para estimular a produção de dopamina. Em seguida uma tomografia cerebral acompanhou os níveis de liberação do neurotransmissor.<br />
Os resultados mostraram que nos usuários de maconha houve menor liberação do neurotransmissor no corpo estriado &#8211; região cerebral responsável pelo controle da atenção, da motivação e da memória de curto prazo, em comparação com os outros participantes. Nos fumantes, a quantidade de dopamina também foi menor em outras partes do cérebro que desempenham um papel importante na aprendizagem associativa e sensoriomotora.<br />
Os pesquisadores também fizeram testes para avaliar a memória e a atenção dos voluntários. Embora eles não tenham conseguido estabelecer uma relação direta de causa e consequência, os voluntários com menores níveis de dopamina também tiveram os piores desempenhos nos testes.<br />
&#8220;Nós não sabemos se a redução da dopamina era uma condição preexistente ou se foi resultado do consumo pesado de cannabis. Em longo prazo, o consumo intenso de cannabis pode prejudicar o sistema dopaminérgico, o que poderia ter uma variedade de efeitos negativos na aprendizagem e no comportamento.&#8221;, disse Anissa Abi-Dargham, principal autora do estudo.</p>
<p>Fonte: Veja</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Alemanha aprova lei que proíbe propagandas de cigarro</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/alemanha-aprova-lei-que-proibe-propagandas-de-cigarro/</link>
				<pubDate>Mon, 02 May 2016 20:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3528</guid>
				<description><![CDATA[O Conselho de Ministros da Alemanha aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei para proibir, como último país da União Europeia, a publicidade de tabaco a partir de 2020. O projeto de lei, apresentado pelo ministro da Alimentação e da Agricultura, Christian Schmidt, proíbe propagandas de cigarro, inclusive os eletrônicos, em outdoors e salas de cinema quando]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros da Alemanha aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei para proibir, como último país da União Europeia, a publicidade de tabaco a partir de 2020.<br />
O projeto de lei, apresentado pelo ministro da Alimentação e da Agricultura, Christian Schmidt, proíbe propagandas de cigarro, inclusive os eletrônicos, em outdoors e salas de cinema quando o filme tiver classificação etária inferior a 18 anos.<br />
Ficarão isentos desta restrição lojas especializadas e pontos de venda, como jornaleiros e postos de gasolina.<br />
A indústria tabagista e o setor publicitário criticaram os planos do Executivo ao afirmar que seria a primeira vez no país em que não se pode fazer propaganda de um produto legalizado e de venda livre, e afirmaram que esperam que o projeto seja modificado.</p>
<p>O Ministério lembrou que a Alemanha é o único país da União Europeia que ainda permite propaganda externa sem restrições.<br />
&#8220;A proibição de publicidade abriria um precedente&#8221;, criticou o gerente da Associação de Tabaco Alemã, Michael von Foerster.<br />
Ele disse temer que esta medida seja seguida de outras restrições para &#8220;comportamentos socialmente indesejados e produtos que representam um risco à saúde&#8221;.<br />
&#8220;Hoje estão contra o sexismo e o tabaco. Amanhã, contra o álcool, o açúcar, as gorduras nos alimentos, os esportes de risco e o transporte privado. Os políticos não devem se transformar em guardiães da virtude&#8221;, afirmou.</p>
<p>Na mesma linha se expressou o gerente da Associação Central da Indústria de Publicidade Alemã, Manfred Parteina, que declarou que o projeto marca &#8220;o antes e o depois&#8221; ao prever pela primeira vez eliminar na Alemanha &#8220;a comunicação de mercado de um produto de fabricação e distribuição legais&#8221;, o que invalida as regras do livre mercado.<br />
A indústria da propaganda dúvida, além disso, que as futuras restrições à publicidade de tabaco conduzam a uma redução do índice de tabagismo e como argumento lembra que o número de fumantes jovens caiu pela metade na Alemanha nos últimos dez anos, período durante o qual o setor manteve os investimentos em publicidade.</p>
<p>A Alemanha firmou também uma regra relativa aos produtos do tabaco que pela primeira vez, a partir de maio, começarão a incluir fotos e mensagens de advertência nos maços, que ocuparão dois terços da caixa.</p>
<p>Fonte: Revista Exame</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Por hora, 16 pessoas são internadas em São Paulo por causa do cigarro</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/por-hora-16-pessoas-sao-internadas-em-sao-paulo-por-causa-do-cigarro/</link>
				<pubDate>Wed, 13 Apr 2016 16:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3516</guid>
				<description><![CDATA[A cada hora, 16 pessoas são internadas no estado de São Paulo por causa do cigarro. Este número assusta, e mostra que mesmo quem não fuma acaba pagando por esta sobrecarga nos hospitais públicos. Só no estado de São Paulo, 19% das internações de pessoas com mais de 35 anos estão relacionadas às doenças causadas]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>A cada hora, 16 pessoas são internadas no estado de São Paulo por causa do cigarro.<br />
Este número assusta, e mostra que mesmo quem não fuma acaba pagando por esta sobrecarga nos hospitais públicos.<br />
Só no estado de São Paulo, 19% das internações de pessoas com mais de 35 anos estão relacionadas às doenças causadas pelo cigarro. Por ano, o gasto com essas internações chega a R$ 380 milhões.</p>
<p>Avisos não faltam. Basta dar uma lida no maço para descobrir que a cada tragada o fumante inala 4,7 mil substâncias tóxicas. A Organização Mundial da Saúde relaciona pelo menos 55 doenças ao cigarro. São problemas cardíacos, respiratórios, de circulação, e vários tipos de câncer. A consequência disso é um número muito alto de internações.</p>
<p>Um levantamento da Secretaria da Saúde de São Paulo revela que 19% do total de internações de pessoas com mais de 35 anos estão relacionadas a doenças causadas pelo cigarro. Isso significa dizer que, a cada hora, 16 pessoas são internadas em hospitais públicos do estado por causa do cigarro.<br />
As internações duram, em média, sete dias. E uma em cada dez pessoas acaba morrendo após esse período.</p>
<p>“Há uma pré-disposição individual muito grande. Então algumas pessoas levam mais tempo para desenvolver a doença. Mas é só uma questão de tempo. E algumas pessoas com 5 cigarros por dia já podem ter muito em breve doença”, diz Sílvia Von Tiesenhausen de Sousa Carmo, cardiologista.</p>
<p>A cidade de São Paulo é a segunda capital com o maior percentual de fumantes: 14,1%. Só perde para Porto Alegre, onde 16,4% é fumante.</p>
<p>Fonte: G1</p>
]]></content:encoded>
										</item>
		<item>
		<title>Gás de buzina vira moda no interior de São Paulo</title>
		<link>https://cantareira.spdm.org.br/gas-de-buzina-vira-moda-no-interior-de-sao-paulo/</link>
				<pubDate>Tue, 12 Apr 2016 20:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TI SPDM]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantareira.spdm.org.br/?p=3513</guid>
				<description><![CDATA[Vendido em qualquer loja da esquina por R$ 10, o gás de buzina virou &#8220;febre&#8221; entre os jovens de classe média do interior de São Paulo. Criada para fazer barulho em eventos esportivos, a buzina em questão é um tubo de aerossol com uma corneta e contém butano e propano, gases tóxicos derivados do petróleo.]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Vendido em qualquer loja da esquina por R$ 10, o gás de buzina virou &#8220;febre&#8221; entre os jovens de classe média do interior de São Paulo.<br />
Criada para fazer barulho em eventos esportivos, a buzina em questão é um tubo de aerossol com uma corneta e contém butano e propano, gases tóxicos derivados do petróleo. Quando inalada, a substância reduz a circulação de oxigênio no cérebro, provocando tontura, euforia e alucinações.</p>
<p>&#8220;Tem gente usando o gás em festas, baile de formatura e em reuniões em condomínios fechados&#8221;, afirma o delegado Renato Puppo, de São José do Rio Preto (a 438 km de São Paulo). Ele diz que passou a encontrar o produto &#8220;com frequência&#8221; desde o final do ano passado.<br />
Puppo é o responsável pelas investigações da morte da universitária Maria Luiza Perassolo, de 18 anos, no mês passado. Ela teve uma parada cardiorrespiratória após inalar o gás com amigos em um condomínio fechado.<br />
Meses antes, um estudante de medicina também morreu após usar o gás em Fernandópolis, cidade vizinha.</p>
<p>Para especialistas, a buzina virou uma opção acessível para jovens que buscam sensações semelhantes às provocadas por drogas ilícitas.<br />
Mas os riscos de overdose são maiores, explica o psiquiatra e professor da Unifesp (Universidade Federal de SP) e consultor técnico do Hospital Cantareira, Ronaldo Laranjeira, porque é difícil controlar a quantidade por via respiratória.<br />
Além disso, a cocaína e o ecstasy, por exemplo, produzem efeitos mais duradouros. No caso da buzina, as sensações duram segundos, então a chance de o usuário inalar o gás repetidamente é maior.</p>
<p>&#8220;Os maiores riscos são de infarto, por causa da ação do propano no coração, e de danos cerebrais, como redução da memória ou da capacidade de aprendizado, causados pela falta de oxigênio&#8221;, diz a professora Danielle de Oliveira, presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia. Danielle lembra que o uso do gás como droga não é novo, mas afirma que os casos aumentaram.</p>
<p><strong>SENSAÇÃO DE LOUCURA</strong><br />
&#8220;É um grau muito rápido o que a buzina te dá. É tipo loló [espécie de lança-perfume], mas mais fraco. Dá aquela sensação de &#8216;loucura&#8217; por uns dez segundos e depois passa&#8221;, afirma uma universitária de São Carlos.<br />
Para Laranjeira, o gás de buzina e os solventes são consideradas drogas de iniciação. &#8220;Você não precisa ir na &#8216;boca&#8217; para comprar, e o solvente soa mais light do que a cocaína, como se fosse uma coisa de baixo risco. Parece só um gás de efeito curto.&#8221;<br />
Segundo o psiquiatra, os casos noticiados recentemente, de universitários de classe média, refletem uma mudança no perfil de usuários de solventes. Ele lembra que a cola de sapateiro, por exemplo, nas décadas de 80 e 90, era usada por jovens de classe mais baixa.</p>
<p>A visibilidade que a buzina ganhou na época da Copa também contribuiu para o aumento. Alguns jovens contam que, apesar de não terem o hábito, inalaram o gás &#8220;de bobeira&#8221; durante o Mundial, porque estava &#8220;chovendo buzina&#8221;. &#8220;Achei que era a melhor coisa a se fazer com a buzina depois do 7&#215;1&#8221;, diz uma arquiteta do Rio de 28 anos.</p>
<p>FONTE: Folha de São Paulo</p>
]]></content:encoded>
										</item>
	</channel>
</rss>
